Gastão Vieira, presidente do PROS/MA, ex-ministro do Turismo e ex-presidente do FNDE
Gastão Vieira, presidente do PROS/MA, ex-ministro do Turismo e ex-presidente do FNDE
Sempre fui um escravo das minhas convicções. Foi movido pelo ideal que fiz política estudantil, me filiei ao MDB, junto com Renato Archer, Cid Carvalho, e tantos outros, em oposição ao regime militar.
Também impulsionado pelas minhas crenças, participei das Diretas Já em 1984 e apoiei Tancredo Neves na disputa contra Paulo Maluf.
 
Nunca traí minhas crenças, minhas intuições. Foi movido por elas que, na metade da década de 80, desgarrei-me dos movimentos de oposição da política maranhense, radical e furiosamente anti-Sarneysista, para seguir o projeto político liderado por Roseana Sarney e me incorporei integralmente ao grupo da “Sorboninha”.
 
Quem me conhece de perto sabe que só consigo me engajar nos projetos em que acredito. Jamais teria sido Secretário Estadual de Educação se não acreditasse que a educação seria o grande enfrestamento de Roseana no seu primeiro mandato.
 
Sempre fui movido por um ideal. Esse é o combustível que me fez rever as minhas parcerias políticas, abandonar o antigo e me juntar ao governador Flavio Dino. Faço o movimento por convicção, não por desespero. Seria mais fácil ficar onde estava com um grupo que já conhecia ou até mesmo deixar a política de lado, mas não estaria seguindo meu coração. Estou convicto que a decisão que tomei foi a mais acertada possível. Tardia, talvez, mas consciente e correta.
 
Desde o fim da última eleição, em 2014, venho me afastando gradativamente do grupo político ao qual pertencia. Ao longo do tempo, a relação se desgastou e, pouco a pouco, percebi que ficar preso a ela seria abdicar dos meus ideais. Mais ainda, seria trair os 1.283.296 eleitores que votaram em mim para assumir uma cadeira do Senado.
 
Sigo esse novo caminho de coração aberto, sem rancor ou mágoa. Pelo contrário, sou grato a todos aqueles que acreditaram em mim e me deram condições de trabalhar pelo desenvolvimento do Brasil e do Maranhão como Secretário de Planejamento, de Educação, deputado estadual, deputado federal, ministro do Turismo e presidente do FNDE.
 
Tenho orgulho da minha trajetória e do trabalho realizado. Acredito que o Maranhão avançou muito em diversos aspectos nos governos anteriores. Demos um salto na educação, o nosso turismo ganhou o mundo, basta ver a exposição dos Lençóis Maranhenses dentro e fora do país, além da restauração do Centro Histórico que ajudou a resgatar a história e o orgulho de nosso povo.
 
A política do Maranhão sempre foi intensamente polarizada. É uma pena! O extremismo sempre cega. Uma análise sóbria permite enxergar que sempre tivemos pessoas bem-intencionadas, profissionais competentes nos grupos políticos locais.
 
Sempre acreditei ser possível deixar as paixões de lado, esquecer as disputas político-eleitorais quando há um objetivo maior em comum. Foi pautado por este princípio que, quando era ministro do Turismo, mesmo estando num partido oposto, na esfera regional, ao então presidente da EMBRATUR, Flávio Dino, trabalhei junto com ele pelo desenvolvimento econômico do nosso país.
 
A nossa relação sempre foi pautada pelo respeito, pela colaboração. Exatamente por isso, me senti à vontade para seguir minha convicção, aceitar o convite do governador e fazer um movimento que acredito ser o mais correto para ajudar o meu estado, o partido que presido e os nossos pré-candidatos.
 
Sabia que teria de enfrentar críticas, tentativas de desqualificação, e estou preparado para elas. O poeta romântico, escritor, diplomata e abolicionista dos Estados Unidos, JAMES RUSSEL LOWELL afirmou certa vez, “só os tolos e os mortos jamais mudam de opinião”.
 
É preciso ter coragem para abandonar um grupo com o qual você sempre caminhou, mas, infelizmente, não se renovou e, por isso, não serve para aqueles que querem fazer o novo, adotar práticas políticas mais adequadas aos desafios atuais.
 
Vivemos um tempo de extremismos, de intolerâncias e preconceitos. Um momento em que pequenos grupos, muitas vezes radicais, que não representam o pensamento da maioria, ecoam as suas mensagens e confundem a audiência, mas não representam o pensamento comum dos maranhenses.
 
Sendo assim, vou seguir o meu caminho trabalhando sempre para tornar nosso estado melhor para as próximas gerações.
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Valdinar Viana
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